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A Paralab oferece uma gama completa de equipamentos para a extração, purificação e análise de produtos baseados em extratos de cannabis

Cobrimos o processo desde a pós-colheita, moagem, descarboxilação, extração e recuperação de solventes, até à análise de canabinóides (CBD e THC) e terpenos

Incluindo também equipamentos analíticos para o controlo de qualidade e processo.


Temos uma gama de soluções desde a escala laboratorial até à escala industrial, com diversos níveis de automação.

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Pós-Colheita


Imediatamente após a planta ser colhida, as folhas devem ser removidas e as flores aparadas. Todas estas atividades podem ser realizadas de forma eficiente, utilizando os equipamentos apropriados.


Bucker

MBX Bucker

O MBX Bucker da Mobius é um equipamento para remoção de flores e folhas da cannabis e cânhamo.

O MBX Bucker pode tirar 68 kg de flor por hora.

Permite controlar a velocidade de trituração quer de plantas húmidas ou secas. 

Trimmer

M108S Trimmer

O M108S foi construido para aparar plantas de cannabis e cânhamo húmidas ou secas com alta qualidade e sem sacrificar o volume ou velocidade de produção.

O tumbler oferece 50% mais acesso às lâminas de corte do que qualquer outro aparador;

A velocidade do tumbler e da lâmina, a potência do vácuo, e a inclinação são controláveis pelo utilizador,


Para se ter processos de extração eficientes e bem controlados, é essencial que batch após batch, se processe a planta moída a um nível, em que o tamanho de partícula já não limite a transferência de massa, e que esse tamanho de partícula seja reprodutível. Embora seja um processo simples, não deve ser menosprezado.


Moinho

Moinho M210

O M210 é um moinho de produção contínua que fornece material vegetal fino e consistente para uma extração económica do óleo de cannabis ou produto moído. 

O material resultante da moagem da planta utilizando o M210 tem um tamanho uniforme tornando a extração mais eficiente e com óleos de maior qualidade.

O moinho Mobius M210 pode facilmente acomodar fluxos de trabalho totalmente automatizados.


As técnicas de extração são usadas para remover componentes de interesse da matriz da planta. Dependendo da técnica, poder-se-ão obter diferentes extratos, cada um enriquecido em substâncias químicas de interesse.  Com a canábis, as técnicas de extração são frequentemente usadas para isolar compostos específicos desejáveis.  A canábis pode conter mais de 550 compostos químicos, sendo pelo menos 113 canabinóides, incluindo o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC). Além dos canabinóides, os terpenos são outros dos componentes presentes com interesse económico. Compostos como ceras e clorofilas estão também presentes nos extratos, mas são indesejáveis, sendo necessário a sua remoção.

Cannabinóides que atualmente têm interesse no processo de extração

Extração por Etanol

A canábis moída é misturada com etanol e grande parte das substâncias químicas presentes diluem-se no álcool. Posteriormente, o líquido é filtrado e o álcool é removido por alguma forma de evaporação. As condições de extração devem ser afinadas de modo a maximizar a dissolução dos compostos de interesse, e ao mesmo tempo minimizando a dissolução de ceras e clorofilas. Para diminuir a concentração de ceras e clorofilas no extrato é normal fazer a extração de canábis por etanol a baixas temperaturas (abaixo do -10 C).

Extração por CO2 Supercrítico

O custo do equipamento para este método é maior do que a extração com álcool, mas produz maiores rendimentos e menos material valioso é perdido. Além disso, este método pode ser ajustado para extrair compostos específicos, alterando a temperatura, pressão ou tempo de execução.

Dependendo do nível de pureza pretendido pode ser necessário dissolver o extrato obtido num solvente, etanol ou outro, e executar refinamentos posteriores.


Extrator Supercrítico 

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Para a extração de canabinoides e terpenos com CO2 supercrítico.



Extração por Etanol

Os sistemas de extracção por etanol da gama CUP tem como principal aplicação óleos de compostos botânicos, incluindo o cânhamo e a cannabis.

O tempo de funcionamento do equipamento CUP-15 é de 15 minutos e da CUP-30 é de 20 minutos, permitindo aos utilizadores processar até cerca de 272 kg de material em oito horas.

Extração TFE (Tetrafluoretano)

20L LPE

Este equipamento é um sistema de extracção à escala laboratorial, ideal para a extração de terpenos e canabinóides.

Existem várias unidades deste equipamento, que variam de tamanho entre os 20L e os 1000L.

Sistema totalmente automatizado, com degradação mínima dos ingredientes e operados com manutenção extremamente baixa.

Extração por Água Fria

Extrator de Tricomas

Este equipamento permite-lhe realizar tanto extrações por água fria como peneiramento a seco.

Os produtos provenientes deste extrator estão actualmente a ser utilizados dentro da ACMPR para produzir óleos de cannabis líderes da indústria em vários produtores licenciados em todo o Canadá e nos EUA.

Utilizando tecnologias de separação avançadas, este equipamento permite processar entre 5-100kg de cannabis por hora com os mais baixos custos operacionais.

Chillers

Banhos de Refrigeração Recirculante

Pode ser utilizado na extração por etanol, precipitação a frio, vaporização e destilação, sempre que seja necessário operar a baixas temperaturas. Para aplicações laboratoriais e industriais.

Gama  de temperatura de -25°C até +130°C.

Capacidade de arrefecimento de até 20 kW.

Câmara de Baixas Temperaturas

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Para pré-arrefecer o etonol por aplicações industriais ou para extração e precipitação a frio à escala laboratorial. Modelos de -50º e -80º.

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Precipitação a Frio


Winterization

Seja o filtrado resultante de uma extração de etanol, ou seja, o extrato resultante de uma extração de CO2 supercrítico já dissolvido em etanol para posterior refinamento, ambos têm um elevado conteúdo em ceras e clorofilas. O método mais comum de remoção de ceras e clorofilas (se presentes) é a precipitação a frio. Neste processo, a solução é arrefecida a muito baixas temperaturas (-20 C a -80 C) e as ceras e clorofilas presentes tenderão a precipitar. O filtrado obtido após filtração, terá o solvente removido por uma técnica de vaporização.


Extração por Água Fria

Extrator de Tricomas

Este equipamento permite-lhe realizar tanto extrações por água fria como peneiramento a seco.

Os produtos provenientes deste extrator estão actualmente a ser utilizados dentro da ACMPR para produzir óleos de cannabis líderes da indústria em vários produtores licenciados em todo o Canadá e nos EUA.

Utilizando tecnologias de separação avançadas, este equipamento permite processar entre 5-100kg de cannabis por hora com os mais baixos custos operacionais.

Chillers

Banhos de Refrigeração Recirculante

Pode ser utilizado na extração por etanol, precipitação a frio, vaporização e destilação, sempre que seja necessário operar a baixas temperaturas. Para aplicações laboratoriais e industriais.

Gama  de temperatura de -25°C até +130°C.

Capacidade de arrefecimento de até 20 kW.

Câmara de Baixas Temperaturas

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO (REPETIÇÃO)

Para pré-arrefecer o etonol por aplicações industriais ou para extração e precipitação a frio à escala laboratorial. Modelos de -50º e -80º.

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Vaporização


O filtrado obtido no processo de precipitação a frio é constituído essencialmente por solventes. As substâncias de interesse, canabinóides e terpenos entre outros estão em baixa concentração. É necessário remover o solvente se possível recuperando-o para posterior utilização. O método mais comum é a utilização de evaporadores rotativos ou tipo “falling film” que condensam a jusante o solvente evaporado para ser reutilizado. No final da evaporação obtém-se o óleo crú (crude oil). Este óleo pode ser posteriormente purificado por diferentes técnicas de destilação e cromatografia.


Cromatografia Preparativa

Cromatografia de Partição Centrifuga (CPC)

As colunas de cromatografia de partição centrífuga (CPC) reutilizáveis e sem sílica de Gilson oferecem elevadas capacidades de injeção de mg a vários kg, resultando em 95% de recuperações e de 99% ou mais de pureza.

As colunas CPC utilizam aproximadamente cinco vezes menos solvente do que as colunas mais tradicionais

As colunas CPC oferecem elevadas capacidades de injeção de amostras, desde miligramas a quilogramas.

Destilação

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Para purificar o óleo cru, obtendo canabinoides e terpenos de elevada pureza, em alguns casos superior a 98%. Podem ser necessários vários passos consecutivos de destilação



Descarboxilação


Grande parte dos canabinóides contidos nos tricomas das flores de canábis estão na forma acídica. O THC, tetrahidrocanabiol na planta fresca está sob forma de THCA, ácido tetrahidrocanabinólico.  Os mesmo acontece para os outros canabinóides como o CBD. Até recentemente, as aplicações terapêuticas para as versões acídicas eram pouco conhecidas. O THCA por exemplo não apresenta caraterísticas psicoativas, apenas o THC as tem.

O processo de remoção do grupo carboxilo COOH é denominado descarboxilação. Os canabinóides descarboxilam parcialmente de modo natural enquanto a planta seca. O processo pode ser acelerado expondo a planta a temperaturas superiores a 60C. Contudo, as condições mais comuns de descarboxilação são  entre 115ºC e 121ºC por períodos de uma a duas horas. Durante o processo de extração a altas temperaturas como em SFE (extração supercrítica), bem como durante o processo de purificação por destilação, também a descarboxilação é removida, pelo menos parcialmente.

Uma etapa de descarboxilação antes da extração supercrítica pode acelerar o processo de extração pois os canabinóides na forma acídica têm menor solubilidade em CO2 supercrítico.


Descarboxilação

DR-10

DR-10 é um reator de descarboxilação para grandes volumes. Este equipamento permite a remoção de solventes e descarboxilação de mais de 20 L de material por batch.

Até 37.8 litros por batch

Aquecimento constante e uniforme

Estufas

Gama VENTICELL

O forno de secagem VENTICELL, devido ao seu sistema patenteado de circulação forçada de ar, garante um perfil de temperatura homogéneo para todos os processos de secagem e aquecimento. Uma maior rapidez e precisão de todos os processos de temperatura garantindo uma operação económica. 

Design robusto e a prevenção perfeita da corrosão são garantidos por um revestimento externo autoportante feito de chapa de aço galvanizada com verniz de cozimento duro e resistente no lado externo.

Com o objetivo de poupança de energia a câmara é perfeitamente isolada 

Purificação


O óleo crú pode ser purificado em diversos produtos sendo o CBD, o THC e os terpenos  os principais. Quanto maior a pureza, maior o valor do produto. Cristais de CBD com purezas acima dos 99% é um dos produtos de maior valor acrescentado.

As técnicas de purificação e refinamento mais utilizadas baseiam-se em destilação. Para produtos de mais alta pureza pode-se ter de repetir os passos de destilação. Técnicas cromatográficas podem também ser usadas para refinamento final. No caso particular dos cristais de CBD também é comum utilizar o processo de cristalização na fase final de purificação, após a destilação.

Destilação tipo ‘short path’ é comum. No entanto, sujeita o produto a elevadas temperaturas por muito tempo e o grau de pureza final não é muito elevado. Para produção de produtos de maior qualidade, destilação de filme fino é a técnica de eleição.


Cromatografia Preparativa

Cromatografia de Partição Centrifuga (CPC)

As colunas de cromatografia de partição centrífuga (CPC) reutilizáveis e sem sílica de Gilson oferecem elevadas capacidades de injeção de mg a vários kg, resultando em 95% de recuperações e de 99% ou mais de pureza.

As colunas CPC utilizam aproximadamente cinco vezes menos solvente do que as colunas mais tradicionais

As colunas CPC oferecem elevadas capacidades de injeção de amostras, desde miligramas a quilogramas.

Destilação

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO (REPETIÇÃO)

Para purificar o óleo cru, obtendo canabinoides e terpenos de elevada pureza, em alguns casos superior a 98%. Podem ser necessários vários passos consecutivos de destilação



Cristalização

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Pode ser utilizado na extração por etanol, precipitação a frio, vaporização e destilação, sempre que seja necessário operar a baixas temperaturas. Para aplicações laboratoriais e industriais.




Perfil de Canabinóides e Teste de Potência

A análise de canibinóides pode ser efetuada por cromatografia gasosa (GC) ou cromatografia líquida (HPLC). Contudo, por cromatografia gasosa não consegue diferenciar os canabinóides entre a sua forma acídica ou descarboxilada, THCA e THC por exemplo. Por este motivo os métodos baseados em HPLC ou HPLC-MS (cromatografia líquida com deteção por espectrometria de massa) são os métodos de eleição.

Perfil de Terpenos

A presença de Terpenos influência o sabor dos extratos de canábis, mas a sua presença também potencia as propriedades terapêuticas de diversos canabinóides. O método mais comum para analisar terpenos baseia-se em cromatografia gasosa com ‘head space (HP-GC)’. A deteção pode ser feita por detetor FID ou MS (HP-GC/MS).

Contaminantes – Pesticidas

Na produção de canábis podem ser utlizados pesticidas. É absolutamente necessário controlar a presença de pesticidas no produto final. Para se cobrir o alargado espectro de pesticidas disponíveis no mercado é recomendável analisar por HPLC-MS e GC-MS.

Contaminantes – Solventes

Durante os processos de extração e purificação podem ser usados diversos solventes. É necessário garantir que os níveis de solventes  no produto final estão abaixo dos valores exigidos. A técnica recomendada é a cromatografia gasosa com injeção por ‘head space’ e deteção por FID (HP-GC/FID) ou espetrometria de massa (HP-GC/MS).

Contaminantes – Metais Pesados

A presença de metais pesados como Pb, As, Cd e Hg também deve ser controlada no produto final. Os métodos mais correntes são AAS-GF-HG e ICP-MS.

Contaminantes – Micotoxinas e aflatoxinas

Na planta de Canábis podem desenvolver-se fungos que produzem micotoxinas e aflatoxinas. Os níveis destas toxinas devem controlados no produto final. A técnica de eleição é o HPLC-MS.

Humidade

O conteúdo de água pode afetar o valor comercial da matéria prima bem como a eficiência dos processos de extração. É, pois, importante perceber a % de humidade das plantas. Tal pode ser facilmente conseguido através de diversas técnicas: estufa de vácuo e balança analítica são a referência. Também é possível utilizar balanças de humidade ou tituladores de Karl- Fischer.

Atividade da água

O ataque bacteriano, o mofo, a descoloração, alterações na textura e as alterações nos aromas são influenciados pela presença de água livre. Uma medição de atividade de água não mede o conteúdo de água livre na amostra, mas a sua condição. Esta informação pode ser usada para fazer uma avaliação de risco microbiológico ou para otimizar processos de produção ou condições de armazenamento.

Viscosidade dos Óleos de Canábis

A viscosidade e comportamento reológico do óleo de canábis é importante para diversas aplicações. Sendo um produto de grande valor a quantidade de amostra por análises é um fator crítico. A melhor solução para esta medida baseia-se em reómetros capilares com tecnologia baseada em ‘microfluidics’.


HPLC-DAD

HPLC e UHPLC

Para determinação do perfil de canabinoides ou teste de potência e análise de pesticidas

Os sistemas analíticos de HPLC e UHPLC foram projetados para apoiar e facilitar o trabalho laboratorial. 

Estes sistemas apresentam diferentes tecnologias de formação de gradiente e taxas de fluxo máximas de modo a que o utilizador possa encontrar a configuração que melhor se adequa à sua tarefa.

Balança de Humidade

Para determinar o conteúdo de àgua na planta.

Analisadores de humidade que apresentam resultados em minutos.

A tecnologia SHS do Sensor Super Híbrido proporciona um nível de humidade extremamente exato mesmo em amostras pequenas.

Medidor de Atividade da Água

LabTouch-aw

Para medir a atividade da água na planta, isto é, concentração de água que pode reagir. 

Modo rápido para uma medição no máximo de 10 minutos.

Cartão SD para fácil gestão de dados de medição.

ICP - MS

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Para determinar metais pesados (Cd, Pb, Hg e As).



HP-GC-FID

ChroZen GC

Para determinação do perfil de terpenos e contaminações de solventes.

Ecrã touch (10,1″) que controla os diversos módulos (entradas, detetores, forno).

15 zonas aquecidas para conseguir uma estabilidade térmica otimizada em cada módulo (estabilidade de temperatura <±0.01℃).

HPLC-MS

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Para determinar a maioria dos pesticidas e micotoxinas.



GC-MS

NÃO HÁ LINK NEM EQUIPAMENTO

Para determinação do perfil de terpenos, contaminações de solventes e alguns pesticidas.



Viscosimetro

microVISC ™

Para medir a viscosidade do óleo de canabinoides em quantidades muito pequenas.

Medições rápidas de viscosidade (menos de um minuto)

Medições de viscometria precisas e repetíveis, com tamanho de amostra tão pequeno como 100 microlitros

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